Crónicas de um Bravo do Pelotão por Terras Helvéticas

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Coloquei um pé em Itália via o “Grand Col Ferret”…

Continuação do post 900…









































Esta volta é fantástica pelas paisagens e será a repetir para o ano na companhia dos camaradas ausentes isto porque não a consegui completar como previsto (vento não deixou).

Já rolei por muitos lugares aqui nas Terras Helvéticas mas nunca tinha andado de BTT tão perto de glaciares e montanhas acima dos 3’500 mts. Lamento, mas não consigo colocar palavras que transmitam corretamente o que senti ao longo de toda a volta.

Foi a primeira vez que atravessei uma fronteira em alta montanha, sim, na verdade o “Grand Col Ferret” separa a Suiça da Itália (ver fotos 5 a 10 deste post).

Esta foi com certeza a minha última incursão em alta montanha, agora vou tratar de mandar fazer uma revisão geral à minha fiel amiga e preparar o próximo ano.

Que fique claro, vou continuar a rolar, mas a altitudes menores até que a neve mesmo aí coloque um travão ;)

Cumprimentos betetistas e até à próxima crónica…

Alexandre Pereira
Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…
 

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Regressei a “Crans-Montana” para terminar o iniciado…

Começo esta crónica com um pequeno texto do poeta Cesare Pascarella em La Scoperta de l'America.

“Porque quando alguém, meu caro, vangloria-se
de ser um homem honrado, depois de dar
a sua palavra, esta deve ser sagrada.

E mesmo que a estrada seja longa, feia ou bela,
custe o que custar, nem que ele tenha de ser morto,
mas a sua palavra deve ser mantida.”

Vem isto a propósito de que em finais de Junho do corrente tinha-vos prometido que regressaria a “Crans-Montana” repetir esta volta (ver post 877 e 878 da página 44 deste mesmo tópico).

Na altura não pude completar a volta por causa da neve ainda existente numa parte do trajeto e que fez com que tivesse de abortar.

Falamos em apenas 4 meses de diferença entre as duas voltas. Comparem as diferenças de tonalidades nas paisagens :).

Como o prometido é devido, eis os dados da volta:

- Altitude máxima – 2’295 mts
- Altitude mínima – 486 mts – “Sierre”
- N°total de kms – 34,40
- Acumulado de descida – 2’011 mts
- Acumulado de subida – 1’100 mts

Como da última vez, arranquei em “Crans-Montana” a 1’408 mts e subi até “Cry D’Er” a 2’220 mts, sem recorrer aos teleféricos ;). Ao invés de Junho, desta vez pedalei com temperaturas na ordem dos 8°C em vez dos 30°C, o que fez com que tivesse quase uma hora de adianto nas mesmas passagens.

Eis parte dos registos do dia 20 fotos + 20 fotos no post seguinte.









































Continua a seguir no post 905...
 

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Regressei a “Crans-Montana” para terminar o iniciado…

Continuação do post 904…










































Como sabem, os dias agora são muito mais curtos, pelo que quando cheguei a casa após duas horas de comboio, já era noite.

Uma vez que abusei nas fotos, queimei demasiado tempo, não pude completar a volta na sua totalidade :), falta-me um troço, pelo que terei de regressar no próximo ano.

Diz o povo e bem na sua infinita sabedoria que “não há duas sem três” ;).

Cumprimentos betetistas e até à próxima crónica…

Alexandre Pereira
Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…