Crónicas de um Bravo do Pelotão por Terras Helvéticas

AFP70

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#41
Boas brtantunes,

Acredite que é sempre com muito prazer que partilho com os users do Forum BTT as minhas aventuras por estas paragens (Terras Helvéticas).

Pena que para este ano e segundo as previsões meteorológicas (queda de Neve a partir da próxima semana), terei de por de lado as incursões ao Säntis.

Como não podia deixar de ser e porque tenho orgulho e honra em fazer parte do restrito grupo Bravos do Pelotão, já delineei uma estratégia ocupacional para as próximas voltas. A seu tempo postarei nos locais do costume.

Quanto à companhia, é o que é, por mais esforços que faça para esta causa, tenho continuado a rolar em solitário, enfim, mas como diz o adágio “por vezes, mais vale só do que mal acompanhado, eheheheh…”

No início de 2012, talvez venha a rolar por outras paragens, mas sempre nas Terras Helvéticas (depois de provar, não queremos outra coisa).

Um abraço e obrigado por me acompanhar,

Alexandre Pereira
Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…
 

AFP70

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#42
Olá JAndrade,

Obrigado pela mensagem de apreço. Sim, realmente fiz uma boa opção no que toca à minha deslocalização. Neste momento as Terras Helvéticas enchem-me as medidas (betetisticamente falando); aliás as próprias fotos das voltas espelham isso mesmo.

Com muita pena minha não pude participar na 1ª Maratona do Gerês que se realizou no dia 02.10.2011 (a 15 dias do evento tive de cancelar viagem para Portugal), mas fui acompanhando tudo aquilo que foi dito (bem ou mal).

Se já visitou o site Bravos do Pelotão, constatará que o Gerês é um dos nossos terrenos de eleição (10 voltas catalogadas), aliás temos um tópico no Forum BTT, nesta mesma secção (Crónicas) somente sobre esta zona (Porque será que gostamos tanto de andar no Gerês?)

Adoro rolar nessa zona e o Säntis (meu actual quintal nas Terras Helvéticas), recorda-me em muito o Gerês, daí a alusão em algumas das crónicas.

Em relação ao Gerês, reservo uma surpresa aos users do Forum BTT, para o mês de Dezembro (a seu tempo postarei) …

Um abraço e boas voltas,

Alexandre Pereira
Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…
 
#43
Olá Alexandre,aquando do teu próximo regresso a terras de "Maria da Fonte"temos que combinar umas pedaladas por essa maravilhosa e bonita zona,fica bem e boas pedaladas.

Abraço

JAndrade
 

AFP70

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#44
Olá JAndrade,

Em Dezembro "I will be back to Maria da Fonte lands". Cheguei junto do meu sponsor e disse-lhe "Mein Freund, 7 meses sem ir a Portugal, é muita fruta...". Fora de brincadeiras, consegui "queimar" os últimos cartuchos (férias) para essa altura, devido ao imprevisto de Outubro.

Nunca pensei dizer isto, mas vou matar saudades de bacalhau, tripas, feijoada, sarrabulho, cozido à Portuguesa e todos os "tintois" maduros que me aprouver, porque esta malta (alemã) tem uns gostos um bocado "duvidosos" no que toca à alimentação...

Tenho algumas voltas novas agendadas (pelo menos em teoria, a ver vamos se a agenda familiar assim o permite) com os meus camaradas dos Bravos do Pelotão e como disse uma surpresa para o Gerês (guarda o convite para essa altura).

Um abraço, fica bem.
Alexandre Pereira
Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…
 

AFP70

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#46
Um pintor chamado “Outono”…

Esta última semana tem soprado um vento que até assusta (não esquecer que a minha estância fica no meio de nowhere). Ele é de dia e de noite um uivar permanente. Talvez seja um prenúncio do que está para vir.

Desejava rolar e Säntis deixou de ser uma opção (Neve e muito frio associado, vide crónica anterior), pelo que toca a ver no Google Earth o que as cercanias tinham para me oferecer.

Após algumas horas, lá consegui delinear um track, que mesmo assim me iria conduzir aos 1.250 mts (Gäbris). Como sabem, este Bravo do Pelotão sofre quando rola abaixo dos 1.000 (vide crónica 006).

Uma vez que as temperaturas neste momento andam entre os 3º e 5º, achei que não valia a pena começar a volta muito cedo, pelo que iniciei a mesma por voltas das 13h00. Afinal pedalo por prazer e não por obrigação e por volta das 17h30 já estava de regresso à base, tendo efectuado cerca de 35 kms.

Claro que este tipo de voltas, nada tem a ver com as minhas conquistas do passado, no que toca ao grau de dificuldade, mas são um bom escape psicológico, isto para quem como eu tem fome de “rolar”.

Confesso que fiquei surpreendido com a beleza destes locais, talvez por um pintor, chamado “Outono”, ter resolvido espalhar ao acaso a sua paleta de cores. Eles eram verdes, vermelhos, laranjas, amarelos, castanhos, etc…, uma verdadeira “Poetry in Motion”.

Embora o tempo estivesse carregado de nuvens à espera do clique final para iniciarem necessidades fisiológicas de carácter líquido, o certo é que este se aguentou, permitindo-me tirar algumas fotos que espelham o que anteriormente foi dito.

Eis parte dos registos do dia… (restantes encontram-se na página Bravos do Pelotão, ver crónica Nº013)

À saída da minha estância. Reparem nos tons de verde.


E os verdes (esqueçam os líquidos, não estamos no Minho) lá continuavam.


Em baixo vê-se parte da minha futura pista “d’entrainement”. É um circuito pedestre com cerca de 10 kms que tentarei repetir 3 a 4 vezes, isto quando tudo estiver coberto de neve e me for impossível sair para paragens mais distantes.


Simplesmente porque achei bonito o contraste. Dir-se-ia que um pintor, utilizou o céu como tela.


Agora sim, começa a volta a sério, sempre por entre frondosas florestas.


E campos também, onde as minhas amigas sempre atentas, me olhavam com alguma perplexidade.


Esta zona fruto da actividade pecuária, parecia mais um lamaçal. Vi-me com alguma dificuldade para a ultrapassar. Fica aqui o registo do estado em que ficou o meu “tractor”. Sim, aqueles dois montinhos, são bostas de vaca (o campo estava empestado delas) e por pouco não enfiava lá os “cornos”. Há quem os enfie em outros locais, mas isso, já são outras “estórias”…


Vista geral de Speicher.


Igreja de Speicher e em pano de fundo o meu destino.


Um pequeno oásis privado.


A caminho de Trogen. Podia até ter optado por este meio, mas não era a mesma coisa.


Pormenor de fachada em Trogen. A madeira é realmente um material muito versátil.


Não há dúvidas, estamos mesmo no Outono.


A imagem típica da Suiça. Campos sempre verdes, rodeados de florestas, salpicados por vaquinhas e casas isoladas, o todo unido por caminhos na sua maioria asfaltados.


Ponto de situação com destino ao Gäbris. Sobe, mas nada a que um Bravo não esteja habituado.


Como constatam, o tempo não era o indicado para tirar fotos em profundidade, no entanto consegue-se ver ao fundo as montanhas do Liechtenstein.


E o trilho lá continuava sempre a subir. Afinal para os 1.250 mts (altitude máxima da volta), ainda faltava um bocadinho.


Foi efectuada a subir e estes 100 mts foram para colocar à prova as minhas capacidades de trepador (a perspectiva não ajuda).


Entrada num single divinal (cerca de 4 kms, a subir gradualmente). Em minha opinião a volta valeu só por isto. Imaginem agora a fazê-lo a descer.


Mais do mesmo.


Idem.


Idem, idem, só para “chatear”. Fartei-me de ver esquilos, mas como não estavam com “diarreia”, não deu para o instantâneo.


Entrada em campo aberto.


Com direito a torniquete. Onde está o cobrador? “Faz “fabor”, é um bilhete, só ida, para o Gäbris”


Zona mais delicada, mas fez-se sem “espiga”.


Welcome to Gäbrisseeli. Lago, descoberto por mero acaso.


Repleto de Patos Trompeteiros (Anas clypeata). Gosto particularmente da cor da cabeça.


A forma desta casa, chama-nos à atenção.


Bem enquadrada na paisagem circundante.


Vistas a partir da casa, com o lago de Constança ao fundo e Rorschach. (Sortudo…)


A minha foto preferida e um hino ao Outono.


Cheguei ao objectivo proposto (Gäbris 1.250 mts).


A fiel amiga, como sempre, para a posteridade e mortinha por um banhinho.


Algumas das montanhas que já alcancei estão do lado direito (Appenzeller land).


Início do meu regresso.


Até à data, nunca regressei pelo mesmo caminho. Ao fundo (lado direito) o meu trilho.


Isto é uma pequena estação meteorológica, em que na cabine, temos acesso aos dados em “real time”


Parte de um single, feito a descer. Não tirei mais fotos. Desculpem mas aqui o repórter, também tem direito a curtir.


Mais uma descida do caneco, cuja perspectiva não ajuda. Em 500 mts, cerca de 150 mts de desnível.



Embora sendo esta uma “volta light”, achei-a bastante interessante, pois permitiu-me redefinir os meus objectivos e mostrou-me que afinal nas cercanias da minha estância, também se consegue ser feliz (betetisticamente falando).

A única dificuldade que detectei neste tipo de voltas é que o relevo (florestas, campos, cruzamentos, florestas, etc…) acaba por ser todo igual, dificultando a orientação e posicionamento.

Desta vez, fui bem apetrechado no que toca à indumentária, mas mesmo assim “rapei” um frio do Ca..... nas mãos e nos pés quando iniciei o regresso a partir do Gäbris e eram somente quatro da tarde; o que me leva a concluir que nos dias de neve, o início da volta terá de ser pelas 10h00 e regresso até às 15h00.

Agora, estou mesmo desejoso por rolar com Neve.

Cumprimentos betetistas e até à próxima crónica…

Alexandre Pereira
Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…

 
#47
Olá Alexandre,partilho do teu bom gosto pela tua foto preferida é realmente uma tela de luxo,gosto muito também da do lago Gäbrisseeli,mas aquela em que dizes que o pintor utilizou o céu como tela é soberba,ouve lá não se arranja aí um "job" para um reformado :rotfl::rotfl: é evidente que quando aí chegasse só iria crer era curtir esses trilhos e essas paisagens.

Abraço

JAndrade
 

AFP70

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#49
Bom dia pessoal,

Realmente as três fotos mencionadas pelo JAndrade fazem parte do meu Top5 desta volta.
Quanto às bostas brtantunes, pois, são ossos do ofício… Como dizia a minha avó, “ …a água lava tudo, menos as más palavras...”, ehehehe…

Agora mais a sério, no que toca a “jobs” aqui na Suiça, a “coisa” não é assim tão fácil, nem tão interessante como às vezes possa parecer, ou nos fazem crer nos diferentes sites ou blogs onde se comenta a experiência de trabalhar na Suiça.

Não é assim tão fácil, porque realmente em minha opinião só se consegue arranjar facilmente emprego, trabalho, isto se tivermos alguém na empresa ou no local (zona geográfica) para onde pretendemos ir trabalhar e que possa interceder em nosso favor (o vulgar meter a cunha).

Não é assim tão interessante, porque “grosso modo”, um terço do vencimento bruto vai para descontos, impostos, taxas, etc…, outro terço do vencimento bruto vai para pagamento de rendas (aluguer de casa ou apartamento), pois os preços são exorbitantes, ficando somente um terço do vencimento bruto para o resto (alimentação, despesas correntes, etc…, para não falar de despesas associadas a veículos).

Claro que já se torna interessante se porventura o “deslocalizado”, estiver cá com o cônjuge ou acompanhante e que este (a) também trabalhe, ou mesmo que este consiga dividir as despesas anteriormente mencionadas com outro “deslocalizado”; ou ainda que o mesmo consiga o patrocínio de um “sponsor”, no que toca às despesas d’ alimentação e estadia (renda), que é o meu caso, neste momento.

Fora estes “pequenos/grandes pormenores”, a Suiça vale realmente pelo gozo que tiro das voltas solitárias realizadas, nisso é imbatível (não conheço outra realidade, mas com certeza haverá outras…)

Um abraço,
Alexandre Pereira
Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…


P.S: Tenho a maior consideração por quem se “deslocaliza”, independentemente dos motivos, só ou acompanhado, pois acreditem (minha experiência de um ano), não é fácil, é necessário ultrapassar muitas barreiras e vencer muitos obstáculos, para além de ter necessidade de possuir um grande poder mental, daí o levar neste momento a vida com muita descontracção (um dia de cada vez).
 
#50
Concordo plenamente com o que dizes em relação ao Jobs. Eu tenho metade da minha família (pais, irmã, tios, primas ...) na Suiça e não é o mar de rosas que as pessoas cá as vezes tentam transparecer. Ainda para mais se uma pessoa for para lá fazer a vida que faz cá ...

Em relação a Serviços e a civismo, ai sim que existe uma grande diferença. Essa seria a principal razão que me levaria a trocar Portugal pela Suiça.

Cumps
 

AFP70

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#51
Este Bravo do Pelotão vai mudar de Estância de Férias…

Esta semana, para mal dos meus pecados, não “rolei”, não que o tempo não estivesse em condições (até está excelente para a época), mas tive de tratar de assuntos, com vista a iniciar uma nova etapa a partir de 2012.

Aproveitando os meus dois dias de folga consecutivos (não gosto da palavra, e também desconheço se podemos aplicar o conceito folga quando se está de férias, eheheheh…), acabei por me deslocar a Lausanne (+/- 350 kms ), com vista a ver “in loco” o meu novo “poiso”, vulgo apartamento, a partir de Janeiro.

Pois é companheiros (as), a partir dessa data, passo a residir em Lausanne (ainda para azar meu, eheheheh…, no Centro Histórico (eu que até nem gosto de história, monumentos, cultura, festas, etc…, que chatice…; não sei se ou como me vou aguentar…)

Notar que estas “démarches”, já levam cerca de 5 meses, com muito tempo investido em investigação (bendita internet), conversas, contactos, etc…
Aqui nas Terras Helvéticas como em qualquer lado, nada acontece por acaso, é necessário “semear para colher, e nem sempre com garantias de Boa Colheita”.

Para aqueles que me seguem e porventura conheçam ou tenham estado em Lausanne, vou residir perto deste monumento (museu).



O motivo que me conduz a esta mudança é sobretudo o facto de sentir necessidade de iniciar uma actividade mais intelectual, julgo que após mais de um ano, chegou o momento de deixar esta actividade meramente braçal (“dar vida” a tachos, panelas, talheres e não só) e dedicar-me a algo que reactive os meus neurónios (como dizia Lamarck “O uso contínuo de um órgão ou parte do corpo faz com que este se desenvolva e esteja apto para o correcto funcionamento, e o desuso de um órgão ou parte do corpo faz com que este se atrofie e com o tempo perca totalmente a sua função no corpo do indivíduo”).

“Quem não tem cão, caça com gato”, pelo que estou como sempre receptivo a qualquer proposta (braçal ou intelectual) que me venha a ser efectuada.

Neste momento ainda não tenho “sponsor”, pelo que deixo aqui um apelo formal aos users deste Fórum, isto se porventura tiverem família, familiares ou amigos a residir em Lausanne e arredores, para que entrem em contacto comigo via email (bravosdopelotao@sapo.pt) de forma a analisar potenciais oportunidades e até se for necessário, para lhes remeter na volta o meu CV em francês. Desde já o meu agradecimento na prossecução desse objectivo.

O meu último dia de trabalho aqui nesta estância será o dia 31.12.2011, pelo que na primeira semana de 2012 efectuo a mudança.

De hoje em diante, ainda tentarei colocar mais umas crónicas realizadas por estas “bandas”, de preferência com neve ou em Portugal, uma vez que vou lá passar uns dias em Dezembro.

Já dei uma vista de olhos no Google Earth às zonas em redor de Lausanne e parece-me que mais uma vez, para meu infortúnio, também me vou divertir bastante em termos de BTT, haja saúde, vontade e tempo para rolar.

Cumprimentos betetistas e até à próxima crónica…

Alexandre Pereira
Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…
 
#52
National Geografic

Bom dia
Simplesmente fabuloso esta cronica...e eu que nao gosto mesmo de ler, fiquei colado ao ecran do meu monitor como estivesse a espera do lançamento dum livro, tipo dos Harries Potters...
Esta cronica faz nos sonhar com a terra da Heidi com paisagens maravilhosas graças ao nosso reporter Sr Alexandre muito obrigado.Desde que cheguei ao trabalho e li e vi esta cronica tive de a ler ate ao fim.
Acho que deverias chamar Heidi a tua bike:D
So espero que consigas o que desejas nessa terra dos queijos,leite,etc.. eheheh...vêsse mesmo que gostas desse lacticinio;)
 

AFP70

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#53
Olá Jess,

Fico contente por estes pequenos registos (fotográficos e textuais) das voltas que por aqui realizo, o terem cativado e motivado para comentar.

O objectivo principal das crónicas é mostrar aos users do Fórum que independentemente do local ou das condições que tenhamos, um verdadeiro amante e “viciado” em BTT (meu caso), arranja sempre forma e/ou tempo para fazer aquilo que mais gosta.

Quanto ao Sr. Alexandre e uma vez que temos praticamente a mesma idade, trate-me por Alexandre; como diz o povo “…o Senhor está no ceú…”, ehehehe…
O mesmo se aplica aos restantes users do Fórum, please.

Considero-me um “good fellow”, muito terra a terra, pelo que dispenso o tratamento, para além de que me dá “cabo da pele”, ehehehe…

Não me tinha ocorrido o nome Heidi para a minha fiel companheira, embora como todos nós numa ou outra situação já lhe tenha chamado outros nomes, ehehehe…
Hoje em dia chamo-lhe apenas fiel companheira, já que nas voltas me trata com respeito; também pudera com tantos miminhos a que é submetida após cada saída, não era para mais.

Não vai acreditar, mas detesto leite, não consigo ingerir qualquer produto derivado do leite, à excepção do queijo e para meu infortúnio vim parar a uma zona da Suiça em que a base de qualquer prato é o leite; por este motivo um “tipo” como eu que pesava em Portugal 83,00 Kg, neste momento pesa 67,00 Kg, mas segundo o índice I.M.C, ainda posso baixar mais uns quilitos sem comprometer a saúde.
Digamos que passei da fase Arnold Schwarzenegger para a fase Bruce Lee, ehehehe…

Obrigado pelos votos formulados, a ver vamos, sem stress…(Já os Scorpions cantavam “Life is too short”).

Um abraço;),
Alexandre Pereira
Um Bravo do Pelotão, neste caso sem…
 
#54
Pois é ....isso acontece quando se vai para um pais com cultura diferente e o melhor é fazer a sua propria comida( um assadinho de cabrito, bacalhau assado na brasa, cozindo a Portuguesa) e volta ao peso normal.
Essa de 67 Kg é demais para quem tinha 83Kg...como dizem (rapo uma pu...de fome). Uma pequena sugestao levar de sua terra uns chouriços,presuntos,BINHO do bom "carago". Sei tambem que nao é permitido transportar nos voos Low-cost...
O que o Português é obrigado a fazer sacrificios...como é UM BRAVO DO PELOTAO...nesta cruzada da emigraçao...
Haja saude e pernas para pedalar, o resto é um fait divers.,.. e um conselho enquanto isso aí der...deixe-se ficar que aqui estamos como a Grecia.
E va mandado essas reportagens para uma pessoa deliciar-se com imagens lindas.
 

AFP70

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#55
Jess,

Porque acha que vou a Portugal em Dezembro?:D

Não se trata de passar fome, digamos que apenas me alimento para manter a “máquina” a funcionar, dentro das opções possíveis.

Não me considero um “emigrante” na verdadeira acepção da palavra, apenas um deslocalizado, que optou por passar umas merecidas férias por Terras Helvéticas.

É como diz, enquanto houver saúde, vontade e tempo para me dedicar ao meu hobby, o resto ultrapassa-se.

Ficar ou não ficar por aqui, a eterna questão…

Há coisas mais importantes que o “Money”, mas claro que este ajuda.

E a neve que tarda em chegar…

Um abraço;),
Alexandre Pereira
 
#57
boa tarde
amigo Alexandre desculpe nao queria dizer que esta a passar fome, mas sim a comida desse país nao deve ser do seu gosto.
E para quando a suas cronicas? venham elas com essas fotos...
ate breve
 

AFP70

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#58
Bom dia Fox77,

Sempre acreditei que nunca é tarde para fazer o quer que seja na vida…, tudo depende da nossa vontade aliada à nossa necessidade.

Obrigado por seguir as crónicas.
Um abraço,
Alexandre Pereira
 

AFP70

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#59
Jess Mein Freund,

Exactamente, é como diz, daí a mudança de estância de forma a acabar com o regime de pensão completa, eheheh…

Na próxima semana, isto se o tempo não me pregar uma partida, conto poder postar um novo e último “confronto” com o Säntis.

Cumprimentos,
Alexandre Pereira
 

AFP70

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#60
O meu último confronto com o Säntis…

Sei que neste momento alguns users do Fórum aguardam com alguma "paciência" a crónica da volta realizada ontem.

Tentarei postar a mesma amanhã (logo que esteja “au point”), uma vez que se trata de uma aventura épica e diferente das habituais, isto no que toca à forma como foi efectuada.

Remeto em anexo 4 fotos de alguns dos locais por onde “andamos”, isto para “matar” alguma curiosidade existente e para que vejam alguns dos perigos que tivemos de ultrapassar.

Atentem ao pormenor da Foto3.









Cumprimentos betetistas,
Alexandre Pereira
 
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